quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Definida Programação da 40ª AGO da CGADB em Cuiabá/MT

Inscrições começam nesta Quarta Feira, 01 de Dezembro de 2010
e vão até 12 de Fevereiro de 2011


A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) definiu em 11 de novembro a programação oficial da sua 40ª Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada nos dias 12 a 14 de abril de 2011, com abertura do culto solene no dia 12, terça-feira, às 19h, e as plenárias com início às 9h do dia 13, no Grande Templo da Assembleia de Deus em Cuiabá (MT), situado à Avenida Historiador Rubens de Mendonça, 3500, Bairro Bosque da Saúde, Cuiabá.


Cada sessão da Assembleia Geral funcionará no período das 9h às 12h, e das 14h às 17h. Porém, o temário proposto bem como o horário de funcionamento das sessões poderão sofrer modificação, com a inclusão de assunto relevante a ser encaminhado pela Comissão de Temário, mediante publicação de edital suplementar posteriormente.

Na segunda e na terça-feira, dias 11 e 12 de abril, das 9h às 17h, haverá a entrega de material didático aos convencionais inscritos.

Na noite do dia 12, culto de abertura com pregação da Palavra de Deus com o pastor José Wellignton Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.

Na manhã e na tarde da quarta-feira, dia 13, os preletores dos devocionais serão os pastores Elienai Cabral, líder da AD em Sobradinho (DF), que ministrará pela manhã antes da primeira sessão convencional ter início; e José Antônio dos Santos, líder da AD em Alagoas, que ministrará à tarde, antes de ser dada continuidade à primeira sessão. Na noite do dia 13, o pregador será o pastor Joel Freire da Costa, presidente da Convenção Fraternal das Assembleias de Deus Brasileiras nos Estados Unidos (Confradeb-EUA).

Na manhã e na tarde da quinta-feira, dia 14, os preletores dos devocionais serão os pastores Carlos Estevam, da AD no Mato Grosso, que ministrará pela manhã antes da segunda sessão convencional ter início; e Ubiratan Batista Job, líder da Convenção da AD no Rio Grande do Sul, que ministrará à tarde, antes de ser dada continuidade à segunda e última sessão convencional. No culto de encerramento, na noite do dia 14, o pregador será o pastor Cláudio Caetano, da Assembleia de Deus em Santa Catarina.


Temário: No temário da AGO de 2011, constam os seguintes temas:

1) Posicionamento da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) quanto à nulidade ou anulabilidade do casamento, união estável e concubinato, e a revisão do posicionamento acerca do divórcio, com leitura de parecer elaborado pela Comissão Especial designada na última Assembléia Geral Ordinária;

2) Ênfase aos princípios pentecostais, face à celebração do Centenário das Assembléias de Deus.

3) Perigos que ameaçam as Assembléias de Deus no Brasil: a) Mornidão; b) Modismos neopentecostais; c) Remoção dos marcos antigos; d) Omissão dos valores eclesiásticos.

4) Homologação de Convenções afiliadas e/ou julgamentos de recursos;

5) Apreciar e deliberar sobre relatórios da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal, relativos ao período do mandato, conforme disposto no art. 8º, III, do Regimento Interno.

Inscrições
A inscrição de associados para participarem do evento será realizada no período de 1 de dezembro deste ano até as 18h do dia 12 de fevereiro de 2011, na sede social da CGADB, situada à Avenida Vicente de Carvalho, n° 1083, Rio de Janeiro (RJ), ou pelos telefones (21) 3351-3054, 3351-3387 e 3351-5256, ou ainda pelo site www.cgadb.com.br/inscricao, mediante o pagamento da taxa a seguir discriminada:

1) R$ 300,00 (trezentos reais), incluindo alimentação, hospedagem em instalações cedidas pelas igrejas locais, e a inscrição para o evento, podendo ser parcelada em até três vezes iguais e sucessivas, até 12 de fevereiro de 2011.

2) R$ 120,00 (cento e vinte reais) apenas para a inscrição para o evento, podendo ser parcelado em até duas vezes, até a mesma data acima mencionada. As referidas taxas são irrestituíveis. O valor será depositado no Banco Bradesco, Agência 26-4, Conta Corrente 158.000-0, em cuja hipótese deverá ser a mesma confirmada mediante o envio do comprovante até a data acima aprazada.

3) A taxa de inscrição para presbíteros obedecerá ao mesmo critério da de ministros.

4) A taxa de inscrição para esposas de pastores será de R$ 50,00 (cinquenta reais), sem alimentação e hospedagem.

5) As despesas de locomoção serão suportadas por cada associado.

Fonte: CGADB/Mensageiro da Paz 1.507



Se Você é Ministro Filiado a CONFRADESP, Convenção Fraternal Inter-estadual das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo, Ministério do Belém, faça sua inscrição em nossa Secretaria Geral em nossa Sede sito a Rua: Conselheiro Cotegipe, 273, Belenzinho, SP.

Expediente: Segunda a Sexta feira das 9h às 17h

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Mulheres avivadas na AD em Itaim Paulista

9º Encontro do Círculo de Oração movimenta todo Setor


As irmãs da Assembleia de Deus, Ministério do Belém em Itaim Paulista (SP), setor 53, líderada pelo pastor setorial, Elias Camilo dos Santos viveu dias de renovação espiritual de 29 a 31 de outubro, por ocasião do 9º Encontro das Irmãs do Círculo de Oração do setor. As coordenadoras do departamento feminino; Marta Luciano dos Santos, esposa do pastor setorial e Janecleide Araújo, vice-coordenadora do setor somaram a participação das mulheres das 50 congregações ligadas ao setor, totalizando cerca de 2 mil irmãs nas três noites de festa, agradecendo a Deus pelas vitórias recebidas nos trabalhos do círculo de oração em todo ano.

O tema da festividade foi baseado no texto de Habacuque 3.17-19 "Confiando em Deus em todo tempo". Os preletores do evento foram os pastores Elias Camilo dos Santos, pastor setorial; José Carlos A. Magalhães, líder da AD em Ermelino Matarazo e vice-presidente da AD, Ministério de São Miguel Paulista e o evangelista Marcos Salvador, também da AD em Itaim. Belas canções de louvor foram entoadas por cantores e conjuntos locais como Sheyla Souza, Roseli e Gilvania. O coral das irmãs, composto pelas coordenadoras, dirigentes e regentes de círculo de oração marcou presença durante todo evento, as outras mulheres que fazem parte do setor foram organizadas em grupos para participar da festa.

"Louvo a Deus pelo que vivenciamos nestas três noites, foram dias de grandes bênçãos para todos nós, com transformação, salvação e o retorno de vidas que estavam distanciadas do Senhor, Deus nos visitou de maneira poderosa, em especial as nossas irmãs do círculo de oração que se deslocaram de todas as congregações do setor para juntas agradecerem a Deus por suas bênçãos" enfatiza o líder setorial, pastor Elias Camilo.

A coordenadora do evento agradeceu ao Senhor pelos resultados obtidos durante a festa "Toda honra e glória sejam dadas ao dono desta Obra, Jesus. Somos gratas ao Senhor pela grande oportunidade de unirmos todas as irmãs para mais uma vez juntas, representando nossa igreja, adorarmos a Ele" afirma a irmã Marta Luciano que agradeceu o apoio de todo ministério.

No culto de encerramento a soma dos três cultos da festa foi o retorno de 12 pessoas que estavam afastadas do caminho do Senhor e centenas que foram renovadas pela poderosa ação da mensagem da palavra de Deus que foi ministrada, cerca de 7 mil pessoas passaram pelo templo-sede do setor nestes dias.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

José Serra, Dilma e os Valores Cristãos - Parte I

José Serra

Fé e origem política – Católico desde a infância, o paulista de ascendência italiana e doutor em Economia José Serra, 68 anos, começou sua militância política na Ação Popular (AP), mais conhecida como “esquerda cristã”, um movimento político nascido em junho de 1962 a partir de um congresso de jovens católicos em Belo Horizonte reunindo a Juventude Universitária Católica (JUC) e outras agremiações da chamada Ação Católica. Quando a AP aderiu à guerrilha, Serra, que havia sido eleito presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) com o apoio da AP, reprovou a medida de seus colegas.

Durante a Ditadura Militar, foi exilado na Bolívia, França, Chile, Itália e EUA. Durante o exílio, Serra foi abandonando aos poucos a ideologia socialista para aderir definitivamente à chamada social-democracia contemporânea, mais conhecida hoje como “Terceira Via”, uma espécie de “esquerda light” que nega a luta de classes, rompe com qualquer proposta de substituir o sistema capitalista por outro (nem mesmo paulatinamente), porém ainda procurando mesclar alguns pontos do socialismo com o capitalismo, defendendo alguma intervenção do Estado tanto na economia como na vida das pessoas. Popularmente, essa corrente política é denominada também de “política de centro”, embora historicamente essa designação tenha sido usada no Brasil mais para se referir à política do PMDB. A social-democracia se personificou no Brasil, de fato, no PSDB, ao qual Serra é filiado desde a sua fundação.

Aborto – Historicamente, Serra sempre se posicionou contra a legalização do aborto no Brasil, posição que mantém até hoje. Em relação ao tema aborto, pesa contra ele apenas um episódio de 1998, quando congressistas pró-aborto pressionaram o então ministro da Saúde José Serra para que editasse uma Norma Técnica dispondo sobre a excepcionalidade da prática de abortos no Sistema Único de Saúde (SUS) do governo federal em casos de crianças de até 20 semanas (cinco meses) concebidas por meio de estupro. Como a legislação brasileira permite o aborto em casos de estupro (artigo 128 do Código Penal), Serra cedeu e editou a tal Norma, que fez com que o SUS praticas-se pela primeira vez abortos.

É importante lembrar, porém, que Serra publicou a referida Norma Técnica estabelecendo que, para que o SUS aceitasse realizar abortos no caso de estupro, era preciso (1) cópia do Boletim de Ocorrência Policial comprovando o estupro e também (2) informar à mulher – ou a seu representante legal de que ela seria responsabilizada criminalmente caso as declarações constantes no Boletim de Ocorrência Policial fossem falsas. Ademais, ainda naquela época, Serra fez questão de deixar claro que era contra mudar a legislação brasileira a respeito do aborto.

Curiosamente, foi exatamente o primeiro ministro da Saúde do governo Lula, Humberto Costa, do PT, quem baixou em 2004 nova Norma Técnica dispensando a exigência do Boletim de Ocorrência. Dizia a Norma emitida pelo petista: “O Código Penal não exige qualquer documento para a prática do abortamento nesses casos e a mulher violentada sexualmente não tem o dever legal de noticiar o fato à polícia. Deve-se orientá-la a tomar as providências policiais e judiciais cabíveis, mas, caso ela não o faça, não lhe pode ser negado o abortamento”. Com essa decisão do governo Lula, diferentemente do que estabelecia a Norma emitida por Serra, qualquer pessoa poderia simplesmente dizer que sua gravidez era decorrente de estupro, mesmo sem precisar provar, e, assim, praticar aborto via SUS.

Na atual campanha, o candidato do PSDB enfatizou outra vez, e mais de uma vez, ser contra o aborto. Em maio, em entrevista ao apresentador Carlos Massa (“Ratinho”) do SBT, disse: “Não apoiarei nenhuma iniciativa para mexer na legislação sobre o aborto”. Em julho, em entrevista à TV Brasil, afirmou: “No que depender da iniciativa do Executivo, a lei atual [sobre o aborto] ficará como está”. Ainda em julho, na sabatina de presidenciáveis promovida pelo jornal Folha de
São Paulo e o portal de notícias UOL, Serra asseverou: “Considero o aborto uma coisa terrível. (...) Isso [a legalização do aborto] liberaria uma verdadeira carnificina”. E em 6 de outubro, enfatizou: “Eu nunca disse que o MST me agrada, porque não me agrada. Eu nunca disse que era a favor do aborto, porque eu sou contra. Tem amigos que me acham atrasado. Eu tenho minhas razões íntimas, pessoais, de história, para ter essa convicção. Errado é querer enrolar. Chegou-se ao máximo de estampar em primeira página que o PT ia tirar o aborto do programa. O que não tem direito é uma campanha presidencial enrolar. No fundo, é desrespeitar pessoas, os cidadãos. Essa decepção comigo não existirá”.

União civil homossexual – É a favor, mas posiciona-se claramente contra as igrejas serem forçadas pelo Estado a aceitarem realizar “casamentos” homossexuais. Em 1 de maio deste ano, falando no evento dos Gideões Missionários da Última Hora, promovido pela Assembleia de Deus em Camboriu (SC), Serra afirmou que “o Estado não deve legislar sobre casamentos entre pessoas do mesmo sexo em cerimônias religiosas”, pois “essa é uma questão de cada igreja. Cada uma tem liberdade e autonomia para decidir a esse respeito. Seria uma intrusão dizer que tal igreja tem que fazer isso ou aquilo”. E em entrevista à estatal TV Brasil, em julho, Serra reafirmou sua posição contra qualquer imposição do Estado para que igrejas sejam forçadas a realizar “casamentos” entre pessoas do mesmo sexo, destacando que isso seria ferir a liberdade religiosa no país: “É um assunto em que o Estado não entra, é problema das pessoas. Cada crença tem a sua orientação. Se uma igreja não quer casar, mesmo havendo a união civil, a igreja não pode ser obrigada a isso”.

Legalização das drogas – É totalmente contra. Em entrevista à TV Bandeirantes em Belo Horizonte, em 28 de julho, Serra asseverou que não aceita nem mesmo a legalização da maconha, dita pelos liberais como “inofensiva”: “Sou contra [a legalização das drogas], daria uma confusão. Nem mesmo na Holanda, um país arrumadíssimo, a legalização da maconha deu certo. A maconha é um passo para outras drogas. Defendo uma política de combate às drogas baseada em repressão, educação nas escolas e tratamento”.

FONTE:
Jornal Mensageiro da Paz - Órgão Oficial das Assembleias de Deus no Brasil
Edição 1.506 - Novembro - 2010
CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus

José Serra, Dilma e os Valores Cristãos - Parte II

Dilma Rousseff

Fé e origem política – A mineira de ascendência búlgara Dilma Rousseff, 62 anos, bacharel em Economia, é atéia desde a sua juventude de guerrilheira comunista. Ela foi líder nos grupos guerrilheiros Colina e VAR-Palmares, que mataram dezenas de pessoas. Com o fim do Regime Militar, deixou a guerrilha. É uma das fundadoras do PDT e desde 2001 é filiada ao PT. Quase sempre seu nome aparece ligado à ala radical do partido. Pesam contra Dilma o fato de que o conteúdo do Plano Nacional de Direitos Humanos 3, publicado em 21 de dezembro de 2009 e redigido na Casa Civil sob sua gestão, bem como texto original de seu Programa de Governo entregue em julho ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), trazem terríveis propostas da ala radical do PT. Após críticas, os dois textos sofreram alterações.

Estrategicamente, Dilma deixou de assumir seu ateísmo durante a campanha. Em sabatina promovida pelo jornal Folha de São Paulo em 2007, havia reafirmado ser cética em relação à existência de Deus. Em entrevista à revista Marie Clarie em 2009, disse que, apesar de ter sido batizada na Igreja Católica, não praticava religião. Porém, desde maio deste ano, Dilma passou a se apresentar como religiosa, católica, cristã e seguidora da Virgem Maria, mesmo sem ter passado por alguma conversão religiosa conhecida.

Aborto – É a favor da legalização do aborto. Em sabatina à Folha de São Paulo em 2007, afirmou Dilma: “Tem de haver a descriminalização do aborto. Hoje, no Brasil, é um absurdo que não haja a descriminalização”. Em entrevista à revista Marie Claire, edição de abril de 2009, asseverou: “Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização”.

Em 7 de maio deste ano, em entrevista dada ao “Encontro de Editores 2010”, promovido pela revista Istoé, afirmou Dilma: “O aborto, do ponto de vista de um governo, não é questão de foro íntimo, é uma questão necessariamente de saúde pública. Tem que ser seriamente conduzido dessa forma. (...) Sou a favor de atendimento público para quem estiver em condições de fazer o aborto ou querendo fazer o aborto”.

Seis dias depois, em entrevista ao sair de uma missa em São Paulo, Dilma disse sobre a legalização do aborto: “Não é uma questão se eu sou contra ou a favor, é o que eu acho que tem que ser feito. Não acho que ninguém quer arrancar um dente, e ninguém tampouco quer tirar a vida de dentro de si” – comparando o aborto a arrancar um dente.

O deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP), um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff à Presidência, foi um dos líderes pró-aborto no Congresso Nacional. Em julho de 2008, quando orientava a votação dos colegas de partido sobre o projeto de lei para legalizar o aborto, afirmou: “Nossa posição é muito clara: na linha favorável à descriminalização do aborto”.

União civil homossexual – É a favor. Quanto à imposição do Estado para que as igrejas aceitem realizar “casamentos” homossexuais, Dilma não falou até agora nada a respeito.

Legalização de drogas – É contra a legalização de drogas, mas apenas “dentro do quadro que temos hoje no Brasil”. Ou seja, é contra, mas não descarta a possibilidade de, no futuro, sob outras condições, o tema ser discutido. Sobre o tema, declarou em entrevista à TV Brasil: “Não podemos falar em processo de descriminalização de droga nenhuma enquanto tivermos o quadro que temos hoje no Brasil”.

FONTE:
Jornal Mensageiro da Paz - Órgão Oficial das Assembleias de Deus no Brasil
Edição 1.506 - Novembro - 2010
CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus